Afroempreendedorismo cresce no Brasil

Embora longe do ideal e sem apagar a realidade da maioria das pessoas negras, a taxa total de empreendedores (TTE) no Brasil entre pretos ou pardos é maior do que a de brancos, de acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro da qualidade e produtividade (IBQP), Sebrae e GEM 2019. São 39% de empreendedores totais, 23,1% de empreendedores iniciais, 15,7% de novos empreendedores, 8,1% de nascentes e 16,5% de empreendedores estabelecidos pardos ou pretos. Enquanto a de empreendedores brancos chegam a 37,8%, 23,6%, 16,1%, 7,9% e 15,2%, respectivamente.

Por outro lado, outros indicadores da mesma pesquisa mostram que 27,1% dos empreendedores negros empreendem/começam um negócio por necessidade, ou seja, falta de emprego; enquanto, outros (1,3%), dizem empreender para “fazer a diferença no mundo”. Na parte da renda, o estudo da GEM e Sebrae 2019, 20% dos pretos ou pardos ganham mais de 2 até 3 salários mínimos, 22% recebem mais de 3 até 6 salários mínimos e 8% ganham mais de 6 salários mínimos.

Fonte: Sebrae

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